segunda-feira, 12 de março de 2012

Perdido no útero

(Ivan Silva)

Quando tenho em mente uma imagem sombria
passo dias a fio sem escrever.
E o tempo parece que pousa,
pausa, repousa,
mas à mim esse intervalo é curto.
Muito curto.
Curtíssimo.
Breve.
A vida de quem escreve, canta, insiste... ouve.
"E o tempo não pára"
Voa!

3 comentários:

Caucuz disse...

E eu queria tanto prender o tempo entre os dedos, para sufocar meus medos.... ah, tempo indócil que não me obedece.

Violeta di Vênus disse...

É assim mesmo Ivan

Anna Alchuffi disse...

é, o tempo nao volta..