sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NO ZOOLÓGICO - REFLEXÃO III

 (Por Ivan Silva)

Sabrina.
Que Sabrina?
Não tem mais vergonha? Sem-vergonha... "Eu não tenho mais vergonha", e ainda repete em voz alta. Essa frase do eu não é uma forma de analisar a ficção? O sujeito, o criado, a invenção... ficar fora de si... fugir de si... da realidade?!
Esse eu me parece muito um corpo fechado, uma prisão. Casulo que "nos salta aos olhos", arrombado e visível. Vazio?!
Plágio e déjà vi... ridículo, quase nunca se vê a tempo.
Nesse fugir de si, surge uma paciência, uma calma, uma preocupação estranha consigo mesmo.
Egoísmo da pior espécie! Entre a vida e a morte.
Frágil... não sei se para o eu faz diferença... mas no zoológico há um jardim, um jardim cheio de flores; plantas, ovos, lagartas, casulos e... terrível!
O colecionador de borboletas com sua rede se aproxima.

2 comentários:

Intitulado disse...

''estive refletindo''
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Alexandre Mendes disse...

Quem quer ser o caçador?