Mais um quadrinho, quem sabe na próxima eu poste uma tirinha
sábado, 25 de janeiro de 2020
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
OLHOMETRO
Nas árvores frondosas e mesmo nas pequeninas plantas, ar, chão, poças, habita um mistério maior em processo interligado as condições naturais e também impostas: a vida
por Ivan Silva, 24 de janeiro de 2020
domingo, 12 de janeiro de 2020
Quadrinhos
Por Ivan Silva
Quadrinhos sempre me levam a um quarto, quatro paredes, uma janela, tudo só no reboco, piso queimado, teto de telha eternit, nesse quarto há duas ou três prateleiras grandes cheias de jornais e revistas pra recorte, e eu faminto constantemente estou buscando por "coluna de quadrinhos", são inumeráveis... Três ou dois filhotes de camundongo chiam dentro de caixas, também famintos...
Quadrinhos sempre me levam a um quarto, quatro paredes, uma janela, tudo só no reboco, piso queimado, teto de telha eternit, nesse quarto há duas ou três prateleiras grandes cheias de jornais e revistas pra recorte, e eu faminto constantemente estou buscando por "coluna de quadrinhos", são inumeráveis... Três ou dois filhotes de camundongo chiam dentro de caixas, também famintos...
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Divulgações
Vai aqui um poema do meu amigo e irmão, Jorginho, que atualmente está fora do centro do Brasil mais uma vez espalhando por aí suas criações, desde de criança eu sabia que seria assim um convívio que levo pra sempre no peito
"Serve de exemplo
A lágrima que aparece
mas já nem cai dos olhos do mendigo
A fome que consome tanto o estômago
quanto lucidez e solidão do abrigo
Acidez
É a chuva desses tempos
E me lembro dos momentos
em que existia o "arco-íris, o arco da véia"
Era tudo ali na rua,
com sol, com lua, era doce a primavera
Todo mundo era amigo
Se tinha alguém perdido
Logo se encontrava
Nas casas, nas calçadas, e tudo se ajeitava
Mas hoje tem o desespero estampado
Até nas risadas vejo algo exagerado
Talvez sejam meus olhos febris
Com saudade da simplicidade raiz
Saudade dos domingos lendo um livro
De fazer do chão um mundo inteiro
Na chuva, fazer uma árvore, abrigo
E pescar folhas caídas num rio
Dezembro, Janeiro...
Serve de exemplo
O servente que ainda vira pedreiro
O empresário que vira porteiro
A dona de casa que ainda ama
A dona do mundo que ainda luta
Serve de exemplo
Quem renuncia o ódio
E propaga o amor."
(J.Rocha)
"Serve de exemplo
A lágrima que aparece
mas já nem cai dos olhos do mendigo
A fome que consome tanto o estômago
quanto lucidez e solidão do abrigo
Acidez
É a chuva desses tempos
E me lembro dos momentos
em que existia o "arco-íris, o arco da véia"
Era tudo ali na rua,
com sol, com lua, era doce a primavera
Todo mundo era amigo
Se tinha alguém perdido
Logo se encontrava
Nas casas, nas calçadas, e tudo se ajeitava
Mas hoje tem o desespero estampado
Até nas risadas vejo algo exagerado
Talvez sejam meus olhos febris
Com saudade da simplicidade raiz
Saudade dos domingos lendo um livro
De fazer do chão um mundo inteiro
Na chuva, fazer uma árvore, abrigo
E pescar folhas caídas num rio
Dezembro, Janeiro...
Serve de exemplo
O servente que ainda vira pedreiro
O empresário que vira porteiro
A dona de casa que ainda ama
A dona do mundo que ainda luta
Serve de exemplo
Quem renuncia o ódio
E propaga o amor."
(J.Rocha)
sábado, 23 de novembro de 2019
Folhas perdidas 4
por Ivan Silva
Noites...
Noites dias escuros
Noites são noites
Noite fria noite quente
Noite abafada...
Noite noite noite
É noite
Noite de andar pelas ruas com as chamas da agonia a fugir pelas mãos
Dos estilhaços no peito
Do não ouvir as sirenes de recolhimento
Noite do violão bebum a tilintar cordas ao lado do desconhecido
Absurdos mas que aconteceu
Escuridão lago turvo
Dentro palpita o coração em sua hora derradeira
Pés voadores acima do chão
Não era o jovem esperando na encruzilhada
O jovem é a encruzilhada
parque de areia balanços
Silencioso sopro de vento após céu desabado
E vindos sabe se lá de qual infância
Caburés brincam entre espichados lampiões
Já vai partindo a madrugada
O corpo queda imóvel no plano
A alma submerge em brasas
Noites...
Noites dias escuros
Noites são noites
Noite fria noite quente
Noite abafada...
Noite noite noite
É noite
Noite de andar pelas ruas com as chamas da agonia a fugir pelas mãos
Dos estilhaços no peito
Do não ouvir as sirenes de recolhimento
Noite do violão bebum a tilintar cordas ao lado do desconhecido
Absurdos mas que aconteceu
Escuridão lago turvo
Dentro palpita o coração em sua hora derradeira
Pés voadores acima do chão
Não era o jovem esperando na encruzilhada
O jovem é a encruzilhada
parque de areia balanços
Silencioso sopro de vento após céu desabado
E vindos sabe se lá de qual infância
Caburés brincam entre espichados lampiões
Já vai partindo a madrugada
O corpo queda imóvel no plano
A alma submerge em brasas
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
sexta-feira, 21 de junho de 2019
PUBLICAÇÕES
Somado a tudo isso o folhetim ou zine em formato folhetim? Urtiga dos editores Elio Copini e Petter Baiestorf.
Enfim, independente de formatos, o importante é a mensagem.
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