(Por Ivan Silva)
Pelo deserto que sou
caminho e não há oásis, não mais,
apenas miragem,
miragem, miragem, miragem.
Sol Rá!
Tudo em chamas.
Devastação...
Névoa, tempestade de sóis distantes,
gotas de orvalho pousam na cinza madrugada.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
BATIMENTO
(Por Ivan Silva)
Ritmo estou aqui:
voz de poeta, alucinação, anatomia louca,
atravessado pela realidade envenenada na sua caixa de truques.
Em tudo que escrevo está meu sangue,
nada mais consegue me ler se não com seu espanto de assassinato.
Cada palavra uma lâmina sádica, o que me corta e dilacera por dentro
em ti faz cócegas.
Ritmo estou aqui:
voz de poeta, alucinação, anatomia louca,
atravessado pela realidade envenenada na sua caixa de truques.
Em tudo que escrevo está meu sangue,
nada mais consegue me ler se não com seu espanto de assassinato.
Cada palavra uma lâmina sádica, o que me corta e dilacera por dentro
em ti faz cócegas.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
DETERIORAÇÃO
(Por Ivan Silva)
estou me consumindo em chamas,
sou o próprio inferno e anjo condenado,
fogo vermelho,
amarelo e azulado.
estou me consumindo em chamas,
sou o próprio inferno e anjo condenado,
fogo vermelho,
amarelo e azulado.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
DE CABEÇA
(Por Ivan Silva)
ao chegar no penhasco pulei.
se o que houver for mar,
mergulho,
se o que houver for pedras,
mergulho.
terça-feira, 17 de julho de 2012
SOBRETUDO, UMA DÁDIVA
(Por Cecília Fidelli)
A vida
é uma estranha madrugada.
Uma misteriosa lua.
Um sol radiante.
Um vento cortante.
Uma chuva incessante.
Um silêncio.
Um indignação indizível.
Um livro.
Um sonho inatingível.
Um horizonte perdido.
Um afeto longínquo.
Um imenso sorriso.
Uma lágrima amarga.
Uma perpétua batalha.
Uma fera.
Uma serena loucura.
Um oceano de náufragos.
Um idealismo arrojado.
Uma realização.
Uma morte íntima.
Uma fantasia.
Um som divino.
Uma miséria.
Uma excelsitude.
Uma viagem.
Um tudo ou nada.
é uma estranha madrugada.
Uma misteriosa lua.
Um sol radiante.
Um vento cortante.
Uma chuva incessante.
Um silêncio.
Um indignação indizível.
Um livro.
Um sonho inatingível.
Um horizonte perdido.
Um afeto longínquo.
Um imenso sorriso.
Uma lágrima amarga.
Uma perpétua batalha.
Uma fera.
Uma serena loucura.
Um oceano de náufragos.
Um idealismo arrojado.
Uma realização.
Uma morte íntima.
Uma fantasia.
Um som divino.
Uma miséria.
Uma excelsitude.
Uma viagem.
Um tudo ou nada.
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
LENÇÓIS SALPICADOS DE MERDA
(Por Ivan Silva)
o presente se foi
e eu fiquei preso no passado
sentimentos fugiram
e não me esperaram sair do transe,
desmoronaram o túnel da gentileza.
o presente se foi
e eu fiquei preso no passado
sentimentos fugiram
e não me esperaram sair do transe,
desmoronaram o túnel da gentileza.
terça-feira, 10 de julho de 2012
EXPOSIÇÃO NO FLEERTTY BAR O MÊS INTEIRO
Grupo DNA, apresentando esquetes. Tranqüilo acústico de Malzdreams. A presença daqueles que transformaram minha exposição em uma bela noite. Agradeço à todos que me deram força. Ederson e Arthur, que tocam e tocaram comigo, ao grupo de teatro DNA, e também ao dono do Fleertty bar, Humberto Gonçalves, pela oportunidade.
*A exposição teve início dia 06 de Julho e irá até dia 30.
Estará rolando mais coisas.
Para acompanhar a programação: http://www.facebook.com/fleertty.goiania
Endereço: Av.85 n. 781 GiY - Setor Sul fone: 3091-5551
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